A Aranha Negra

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Uma das novelas mais marcantes do século XIX, admirada por nomes como Thomas Mann, Walter Benjamin e Elias Canetti, A aranha negra foi escrita em 1842 por Jeremias Gotthelf, pseudônimo do pastor protestante suíço Albert Bitzius (1797-1854). Inspirada em lendas medievais, na Bíblia e nos surtos de peste negra que assolaram uma vila da região do Emmental nos séculos XIV e XV, a narrativa se inicia com uma festa de batizado e o relato da terrível história da aranha negra, que no passado aterrorizou e dizimou a população local após a quebra de um pacto com o diabo.
Sobre os autores(as)

Gotthelf, Jeremias

Jeremias Gotthelf, pseudônimo de Albert Bitzius, nasceu em 1797 na comuna suíça de Murten, cantão de Friburgo, filho de um pastor reformado. Passou a infância na aldeia de Utzenstorf, na região do Emmental, no cantão de Berna. Em 1812 se matriculou numa escola em Berna, e, entre 1817 e 1820 frequentou nesta cidade o curso superior de teologia, iniciando em seguida o vicariato (estágio preparatório para o exercício pastoral) em Utzenstorf, Göttingen e Herzogenbuchsee. Em 1832, após várias viagens pela Alemanha, assumiu o cargo de pastor de Lützelflüh, no cantão de Berna, trabalhando também como comissário de educação da cidade e administrador de um abrigo para crianças pobres. Em 1837, influenciado pelas ideias de Pestalozzi, estreou na literatura com o romance O espelho-camponês ou História da vida de Jeremias Gotthelf, descrita por ele mesmo. A partir de então adotou o nome do narrador deste romance e desenvolveu uma prolífica carreira como escritor, redigindo mais onze romances e dezenas de escritos variados, incluindo a novela A aranha negra (1842), sua obra mais conhecida. Faleceu em 1854, em Lützelflüh, aos 57 anos, reconhecido como um dos grandes autores de língua alemã do século XIX.

Mazzari, Marcus Vinicius

Marcus Vinicius Mazzari é professor livre-docente de Teoria Literária e Literatura Comparada na USP. Publicou, entre outros, Romance de formação em perspectiva histórica (São Paulo: Ateliê, 1999) e Labirintos da aprendizagem: Pacto fáustico, romance de formação e outros temas de literatura comparada (São Paulo: Ed. 34, 2010). Traduziu Reflexões sobre a criança, o brinquedo e a educação, de Walter Benjamin (São Paulo: Ed. 34, 2002), O rabi de Bacherach, de Heinrich Heine (São Paulo: Hucitec, 2009) e o Manifesto comunista, de Karl Marx e Friedrich Engels (São Paulo: Hedra, 2010). Também elaborou notas, comentários e prefácio para a edição bilíngue do Fausto, de Goethe, em tradução de Jenny Klabin Segall (São Paulo: Ed. 34, 2004-7. 2 v.). É coordenador da Coleção Thomas Mann, editada pela Companhia das Letras.
ISBN 9788573266597
Autores Mazzari, Marcus Vinícius (Tradutor) ; Gotthelf, Jeremias (Autor)
Editora 34
Idioma Português
Edição 1
Ano de edição 2017
Páginas 168
Acabamento Brochura
Dimensões 21,00 X 14,00

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