Docente e doutorando-assistente em Literatura e Cultura Brasileiras na Cátedra de Estudos Luso-Brasileiros da Universidade de Zurique (UZH). Mestre em Literatura Brasileira pela UERJ. Graduado em Artes Cênicas pela UNIRIO. Atua como curador e organizador de diversos eventos sobre arte e cultura. |
MarceLo dos Santos saiu de São Paulo para ir a Rondônia depois da conversa
com um amigo e descobriu o trabalho na Funai. Formado em biologia, ele pres-
tou concurso público e fez o curso de indigenismo. Chegou em Rondônia junto
com a leva de migrantes que iam do Sul para a Amazônia em busca de terras.
Trabalhou com os Nambikwara até que, em 1985, escutou a história de um
massacre contra índios isolados. Ele passou a se dedicar, investigar o massacre
e a encontrar os sobreviventes. Dez anos depois, conseguiu fazer o primeiro
contato com os Kanoê, os Akuntsu, e em 1996 encontrou o “Índio do Buraco”,
último representante de uma etnia que foi exterminada. |
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