Em Busca Do Real Perdido

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O que é o real? Hoje em dia, o real aparece sempre como aquilo que intimida. Não temos como escapar do real, ele está aí, impõe-se a nós como uma lei inexorável. Por uma ironia da história, quem pretende deter os segredos do real no mundo contemporâneo são os economistas, que o apresentam para nós através de planilhas, gráficos e números pretensamente objetivos, que diriam a última palavra sobre o real. As projeções econômicas apresentam-se, em geral, como catástrofe: caso seus modelos não sejam implementados, tudo pode ruir. Apesar da sua total incapacidade não apenas de prever, mas ainda de compreender os desastres que ela mesma produz, a economia sobrevive à sua própria impotência, porque todos, ou quase, parecem continuar acreditando na peça representada em escala planetária pelo capitalismo.A democracia imaginária. Mas o que é o real? Será mesmo isso que os economistas, amparados pelos políticos profissionais e pela mídia, dizem que ele é? Pergunta filosófica por excelência: desde a Grécia Antiga, a indagação acerca da natureza do real não pode ser entregue exclusivamente à ciência, ou a seus duplos. Neste livro absolutamente indispensável para quem quer pensar os impasses do Brasil e do mundo hoje, Alain Badiou, numa linguagem acessível, recorre, entre outras coisas, ao teatro, à psicanálise e à poesia a fim de expor os impasses da apreensão do real. Para o autor, a questão filosófica do real é a questão de saber se podemos ou não modificar o mundo, tornar suas fissuras visíveis e, assim, escapar dessa imposição, desse discurso. Não se trata de negar o real, mas de afirmar que, com a mesma paixão alegre que busca o que há de real no real, ainda podemos reinventá-lo.Gilson Iannini
Sobre os autores(as)

Badiou, Alain

Vive em Paris e é considerado um dos maiores filósofos da atualidade. Atua também como romancista e dramaturgo. Entre 1956 e 1961, estudou filosofia na École Normale Supérieure de Paris, onde atualmente é professor emérito e fundou o Centre International d’Étude de la Philosophie Française Contemporaine. Entre 1969 e 1999, lecionou na Université Paris 8. É filho de Raymond Badiou, nome que se destacou durante a Resistência Francesa. Participou das manifestações de Maio de 1968, fundou o Parti Socialiste Unifié (PSU) e foi um dos dirigentes da L’Union des Communistes de France Marxiste-Léniniste (UCF-ML), organização maoista francesa. Entre 1985 e 2007, fez parte da Organisation Politique, grupo de extrema-esquerda. Orientou, entre outros, os filósofos Slavoj Žižek e Vladimir Safatle.

Scheibe, Fernando

Fernando Scheibe nasceu em Florianópolis, Santa Catarina, em 1973. É doutor em Teoria da Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina e professor de língua francesa e literaturas de expressão francesa na Universidade Federal do Amazonas, onde desenvolve pesquisas na intersecção entre tradução, teorias críticas e filosofia política. Como tradutor, verteu, entre outros, os seguintes livros: Divagações (2010), de Stéphane Mallarmé; O erotismo (2013) e Sobre Nietzsche (2017), de Georges Bataille; O belo perigo e A grande estrangeira (2016), de Michel Foucault; e A filosofia crítica de Kant (2018), de Gilles Deleuze. É também revisor e editor da Cultura e Barbárie Editora, com sede em Santa Catarina.
ISBN 9788551301586
Autores Badiou, Alain (Autor) ; Scheibe, Fernando (Tradutor)
Editora Autêntica
Idioma Português
Edição 1
Ano de edição 2017
Páginas 64
Acabamento Brochura
Dimensões 21,00 X 14,00

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