Jack Kerouac E Allen Ginsberg: As Cartas

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Passei estes dois dias inteiros arquivando cartas velhas, retirando-as de velhos envelopes, juntando as páginas com clipes, colocando-as de lado... centenas de velhas cartas do Allen, do Burroughs, do Cassady, que poderiam fazer você chorar com os entusiasmos dos jovens... como nos tornamos lúgubres. E a fama mata tudo. Um dia, ?As cartas de Allen Ginsberg para Jack Kerouac? vão fazer a América chorar., Jack Kerouac, numa carta para Lawrence Ferlinghetti, 25 de maio de 1961Jack Kerouac e Allen Ginsberg: as cartas? registra não apenas a ascensão de um movimento literário ainda controverso, mas também tudo o que ficou em seu rastro: as ansiedades, pretensões e intimidades destes dois ícones., The New York ObserverAo ler estas cartas, dá para sentir ambos os escritores empurrando um ao outro em direção a energias de transcendência cada vez maiores., Los Angeles TimesDurante 25 anos, Jack Kerouac e Allen Ginsberg mantiveram acesa a chama de uma amizade singular, intelectualmente sólida e sentimentalmente profunda, que teve reflexos decisivos não apenas na obra dos dois escritores, mas na própria gênese do movimento literário de que foram os maiores expoentes, a geração beat. Organizada pelos editores Bill Morgan e David Stanford, a troca de correspondências, dois terços das quais são publicados pela primeira vez, começa em 1944, com ambos ainda jovens, concebendo uma visão única de mundo e de sua própria arte, e termina em 1969, pouco antes da morte de Kerouac, aos 47 anos. Dos relatos de viagens, festas, encontros, isolamentos e escritos, surge um retrato sem precedentes das mentes dos dois autores que lideraram o movimento artístico definidor de toda uma geração, e que segue ainda hoje influenciando autores e artistas não apenas nos Estados Unidos, mas ao redor do mundo.
Sobre o autor(a)

Kerouac, Jack

Jack Kerouac nasceu em Lowell, Massachusetts, em 12 de março de 1922; era o mais novo de três filhos de uma família de origem franco-canadense. Começou a aprender inglês apenas aos seis anos de idade, estudou em escolas católicas e públicas locais e, como jogava futebol americano muito bem, ganhou uma bolsa para a Universidade de Columbia, em Nova York. Nesta cidade conheceu Neal Cassady, Allen Ginsberg e William S. Burroughs. Largou a faculdade no segundo ano, depois de brigar com o técnico de futebol, foi morar com uma ex-namorada, Edie Parker, e juntou-se à Marinha Mercante em 1942 – dando início às jornadas infindáveis que se estenderiam por boa parte de sua vida.

Em 1943 alistou-se na Marinha, de onde foi dispensado por razões psiquiátricas. Entre uma e outra viagem, voltava para Nova York e escrevia o seu primeiro romance, The Town and the City (Cidade pequena, cidade grande), publicado em 1950, sob o nome de John Kerouac. Este primeiro trabalho era fortemente influenciado pelo estilo do escritor norte-americano Thomas Wolfe e foi bem recebido.

Em abril de 1951, entorpecido por benzedrina e café, inspirado pelo jazz, escreveu em três semanas a primeira versão do que viria a ser On the Road. Kerouac escrevia em prosa espontânea, como ele chamava: uma técnica parecida com a do fluxo de consciência. O manuscrito foi rejeitado por diversos editores. Em 1954, começou a interessar-se por budismo e, em 1957, On the Road foi finalmente publicado, após inúmeras alterações exigidas pelos editores. O livro, de inspiração autobiográfica, descreve as viagens através dos Estados Unidos e México de Sal Paradise e Dean Moriarty. On the Road exemplificou para o mundo aquilo que ficou conhecido como a ""geração beat"" e fez com que Kerouac se transformasse em um dos mais controversos e famosos escritores de seu tempo – embora em vida tenha tido mais sucesso de público do que de crítica e embora rejeitasse o título de “pai dos beats”.

Seguiu-se a publicação de The Dharma Bums (Os vagabundos iluminados) – um romance com franca inspiração budista –, The Subterraneans (Os subterrâneos) em 1958, Maggie Cassidy, em 1959, e Tristessa, em 1960. A partir daí, Kerouac tendeu à direita, politicamente: criticava os hippies e apoiou a guerra do Vietnã. Publicou ainda Big sur e Doctor Sax, em 1962, Visions of Gerard, em 1963, e Vanity of Duluoz,em 1968, entre outros. Visions of Cody, considerado por muitos o melhor e mais radical livro do autor, só foi publicado integralmente em 1972. Ele morreu em St. Petersburg, Flórida, em 1969, aos 47 anos, de cirrose hepática. Morava, então, com sua mãe e sua mulher, Stela. Escreveu ao todo vinte livros de prosa, e 18 de ensaios, cartas e poesia.
ISBN 9788525426963
Autores Ginsberg, Allen (Autor) ; Kerouac, Jack (Autor)
Editora L&pm
Coleção/Serie Beats
Idioma Português
Edição 1
Ano de edição 2012
Páginas 528
Acabamento Brochura
Dimensões 21,00 X 14,00

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