Han Ryner, pseudônimo de Henri Ner (1861-1938), publicou mais de cinquenta obras entre 1880 e 1938: ensaios, contos, romances, teatro e poesia. Versátil e multifacetado, participou do círculo literário de Alphonse Daudet e se aproximou ativamente dos meios anarquistas, tomando a defesa de Sacco e Venzetti no caso judiciário que os condenaria à morte. Antimilitarista e antipatriota, foi processado em razão do panfleto virulento que escreveu com outros militantes. Por causa de seu entusiasmo pela filosofia grega, ganhou os apelidos de “Sócrates contemporâneo” e de “Príncipe dos narradores”, um tanto limitantes se considerarmos o caráter universal de sua verdadeira natureza.Polemista, Ryner tinha tendência à ironia e ao humor ácido, ao estranho e ao fantástico. No entanto, sua natureza pacifista preconizava um individualismo não egoísta: para ele, esse individualismo nada mais é do que a liberdade interior, condição para a liberdade humana coletiva. “A menina que não fui” (1903) é apenas uma das muitas facetas desse autor que se aventurou nos mais diversos universos literários, abordando temas como a energia universal, o espaço e os alienígenas. Foi considerado um dos precursores da ficção científica graças a seu mais famoso romance “O Homem-formiga”, que a Ercolano trará em breve, em tradução inédita, ao público brasileiro. |
| ISBN | 9781532974397 |
| Autor(a) | Ryner, Han |
| Editora | Createspace |
| Ano de edição | 2016 |
| Páginas | 228 |
| Acabamento | Brochura |
| Dimensões | 22,90 X 15,20 |
Utilizamos cookies para que você tenha a melhor experiência em nosso site. Para saber mais acesse nossa página de Política de Privacidade