Ladainha

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Bruna Beber tenta retirar, ao extremo, o peso, a profundidade e a densidade da poesia A começar pelo título: tipo de canto, prece ou recitação que provém de uma dimensão religiosa, a palavra “ladainha” passou a ser usada para dizer aquilo que se repete incansavelmente apesar de já ter perdido o sentido. Ainda, ao escolher não dar títulos aos poemas, mas apenas enumerá-los com a sequência dos 32 primeiros números primos, Bruna Beber foge à simples infinitude dos números naturais, aspirando a uma infinitude ainda não de todo mapeada. O que poderia ser visto como um exercício de banalidade e humor propositalmente afirmativos é, antes de tudo, uma posição ironicamente crítica da poesia para com sua história, para com a poeta, o leitor, a tradição, o mundo, o nosso tempo e, mesmo, a vida.
Sobre o autor(a)

Beber, Bruna

Nasceu em 1984 na cidade de Duque de Caxias (RJ) e, desde 2007, mora em São Paulo. É autora dos livros de poemas A fila sem fim dos demônios descontentes (2006), Balés (2009), Rapapés & apupos (2012), Rua da padaria (2013), Ladainha (2017) e Veludo rouco (2023), além do infantil Zebrosinha (2013) e do ensaio sobre Stella do Patrocínio, Uma encarnação encarnada em mim (2022).
ISBN 9788501108265
Autor(a) Beber, Bruna (Autor)
Editora Record
Idioma Português
Edição 1
Ano de edição 2017
Páginas 96
Acabamento Brochura
Dimensões 21,00 X 14,00
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