Do crÃtico cultural que a revista Wired chamou de “provocativo e cortantemente bem-humoradoâ€, vem uma nova coleção visceralmente engraçada e inteligente de crÃticas -relâmpago – de uma América enlouquecida, e um mundo onde o caos e a catástrofe são o normal. Aqui estão ensaios sobre as fantasias pornográficas dos fãs de Jornada nas Estrelas com os Borg, a mente coletiva fascista de aliens homens-máquina; o Facebook como um Limbo dos Perdidos para os mortos do seu anuário do colégio; o medo de George W. Bush do seu gay interior; o utilitário esportivo como um totem do americanismo asqueroso; a moralidade de se usar roupas com estampas camufladas durante tempos de guerra; por que o golfe é um campo de batalha entre as classes; o conteúdo homoerótico oculto do Superbowl; a conversão do Holocausto em parque temático; a Igreja da Eutanásia; os objetivos secretos dos testes de QI; o parentesco secreto do Papai Noel com Satã; o sadismo dos dentistas; a cabeça decepada como um significante; e, é claro, o simbolismo sexual do dedão da Madonna. Tradução: Marcelo Duarte Confira a fanpage da Editora Sulina
Sobre o autor(a)
Dery, Mark
Mark Dery (EUA) é crítico da cultura.
Escreveu inúmeros ensaios sobre mídia, cultura
digital e mitologias americanas. Sua antologia
I Must Not Think Bad Thoughts: Drive-By
Essays on American Dread, American Dreams
foi traduzida para o português e lançada
com o título Não devo pensar em coisas ruins
(Editora Sulina, 2010). Born to Be Posthumous,
sua biografi a do artista Edward Gorey, será
publicada pela Little Brown em 2018. |