O Dom Do Crime

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Dono de profunda precisão verbal, Lucchesi não é um autor qualquer. Seu texto foge da simplicidade, mas se mantém aberto à criação. O resultado é uma mistura de prosa e poesia, numa linguagem que encanta e hipnotiza. Tradutor, ensaísta e poeta premiado, Lucchesi volta seu talento para outro gênero e se lança, pela primeira vez, ao romance com o aguardadíssimo O DOM DO CRIME. Lucchesi cria um delicioso narrador-autor, não identificado, que conta uma história para o futuro. Um homem do século XIX que, ao ser aconselhado pelo médico a escrever suas memórias, se lança não para a própria vida, mas sobre um crime passional, notícia no Rio de Janeiro de Machado de Assis. Esse misterioso narrador traça paralelos curiosos entre este assassinato, o julgamento que absolve o marido supostamente traído e a obra mais aclamada de Machado, Dom Casmurro. Terá o Bento de Machado qualquer coisa do real José Mariano? E Capitu teria sido inspirada em Helena, a esposa que sucumbe ao ciúme do marido? Todos os dados de ordem informativa, factual, foram longamente pesquisados e comprovados, em papel velho e fontes congêneres — tudo passou pelo crivo de Lucchesi. Mas, para além disso, o romance traz uma flutuação permanente entre literatura e documento, história e ficção. Em O DOM DO CRIME, real e ficcional se entrelaçam numa obra de fôlego, em que os julgamentos dificilmente encerram a verdade dos fatos, a complexidade da vida. “Precisei realizar essa dinâmica todo o tempo, de modo a que o leitor se perguntasse, como num jogo, onde começa esta e onde termina aquela”, argumenta Lucchesi.
Sobre o autor(a)

Lucchesi, Marco

Marco Lucchesi é professor titular de Literatura Comparada na ufrj, poeta, ensaísta, romancista e tradutor. Toda sua produção poética figura em Poemas reunidos (Rio de Janeiro: Record, 2001). Publicou dois romances: O bibliotecário do imperador (São Paulo: Globo, 2013) e O dom do crime (Rio de Janeiro: Record, 2010). Entre vários livros de crítica, escreveu Ficções de um gabinete ocidental (Rio de Janeiro: Record, 2009) e Nove cartas sobre a Divina Comédia (Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional; Casa da Palavra, 2013). Traduziu, entre outras obras, A trégua, de Primo Levi (São Paulo: Companhia das Letras, 1997) e A Ciência Nova, de Giambattista Vico (Rio de Janeiro: Record, 1999). Atualmente preside a Academia Brasileira de Letras.
ISBN 9788501091680
Autor(a) Lucchesi, Marco (Autor)
Editora Record
Idioma Português
Edição 1
Ano de edição 2010
Páginas 160
Acabamento Brochura
Dimensões 21,00 X 14,00

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