André Comte-Sponville, filósofo materialista, racionalista e humanista, nasceu em Paris, em 1952. Ex-aluno da École Normale Supérieure, foi professor de filosofia e por muito tempo mestre de conferências na Universidade de Paris I (Pantheón-Sorbonne), de onde saiu para se dedicar exclusivamente a escrever e a dar conferências fora da universidade. Nem otimista, nem pessimista, procura ver as coisas como elas são, sem se iludir. De um ponto de vista epistemológico, aproxima-se do racionalismo crítico de Karl Popper. Separa radicalmente a ordem prática (os valores) e a ordem teórica (o conhecimento). Para André Comte-Sponville filosofar é pensar a sua vida e viver seu pensamento. Ele propõe uma metafísica materialista e uma espiritualidade sem Deus; o conjunto podendo constituir uma "sabedoria para o nosso tempo". |
Francis Wolff é professor de filosofia na École Normale Supérieure, em
Paris. Foi professor na Universidade de Paris-Nanterre e na Universidade
de São Paulo (usp). É autor de artigos e livros dedicados à filosofia antiga,
à filosofia da linguagem e à metafísica contemporânea, entre os quais se
destacam: Socrate (edição portuguesa: Sócrates, Teorema); Aristote et la
politique (edição brasileira: Aristóteles e a política, Discurso Editorial, 1999);
Dire le monde (edição brasileira: Dizer o mundo, Discurso Editorial, 1999);
L’être, l’homme, le disciple (puf); Notre humanité, d’Aristote aux neurosciences
(Fayard). Publicou ensaios em A crise da razão (Companhia das Letras,
1996); O avesso da liberdade (Companhia das Letras, 2002); Muito além do
espetáculo (Editora Senac São Paulo, 2004); Poetas que pensaram o mundo
(Companhia das Letras, 2005); O silêncio dos intelectuais (Companhia
das Letras, 2006); O esquecimento da política (Editora Agir, 2007). Pelas
Edições Sesc São Paulo contribuiu para as coletâneas: Ensaios sobre o
medo (em coedição com a editora Senac São Paulo); A condição humana
(em coedição com a editora Agir); Vida vício virtude (em coedição com a
editora Senac São Paulo); Mutações: a experiência do pensamento; Mutações:
elogio à preguiça; Mutações: o futuro não é mais o que era, Mutações: o silêncio
e a prosa do mundo e Mutações: o novo espírito utópico. |
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