O Pai, a Mãe e o Silêncio dos Irmãos não é um romance, nem sequer uma novela. É uma história, uma confissão, um retrato, uma dor, um obscuro palco dos teatros da amargura? É um poema despedaçado, irrompendo de uma desusada prosa? É a terra, a casa, o lugar, a família, a sua solidão, intempestiva e silenciosa. É isto ou aquilo, o que se quiser, quando se olha para dentro e para lá do rosto dos homens.