O Rei De Ramos

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Peça clássica do consagrado autor Dias Gomes, O rei de Ramos reúne humor, ação, música, violência, crítica e ritmo. A trama conta com brilhantes canções de Chico Buarque e Francis Hime.     
 
Dias Gomes desenvolve em O rei de Ramos a crônica musicada da rivalidade de dois banqueiros do bicho, Mirandão e Brilhantina, cujo ódio recíproco não é suficiente para impedir o amor entre seus filhos, Taís e Marco.
Deliciosa comédia de costumes, a peça é também uma sátira da realidade brasileira contemporânea, com seu humor ágil e linguagem certeira. A simplicidade da história envolve; a ironia e a crítica social a temperam. Com enredo extremamente popular, as cenas são tipicamente brasileiras. Mais ainda: é particularmente carioca.
Dias Gomes é um mestre na criação de tipos e situações marcantes. Ninguém esquecerá os conflitos entre os dois banqueiros de bicho e sua conciliação, bem como a cena em que o contraventor Mirandão sai morto, nos braços do povo, com a explosão de ritmos, cores e alegrias de uma escola de samba em pleno desfile de carnaval.
Viva e autêntica em sua linguagem, que as excelentes canções de Chico Buarque e Francis Hime tanto realçam, a trama envolve e nos leva a participar das jogadas de Mirandão e a torcer pelo seu êxito.
 

""O rei de Ramos pode ser considerada uma revista musical sobre os vários níveis do capitalismo; uma leitura atenta revelará, para além dos sorrisos e do bom humor, a maneira dissolvente pela qual age esse sistema, através de uma visão corrosiva e cáustica. Em termos estéticos, é a tentativa de uma peça e de espetáculo genuinamente nacionais, com cheiro de Brasil e se fixando em tradições artísticas, técnicas e profissionais que foram descobertas e trabalhadas por nós mesmos."" - Flávio Rangel

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A comédia de Dias Gomes apresenta um grande painel da vida brasileira: o capital, o lucro, as disputas, o poderio das multinacionais, o jogo do bicho, as escolas de samba, a malícia, a criatividade, a corrupção. A atualidade da obra reafirma a verve crítica e a genialidade do artista."" - José Dias"


Alfredo de Freitas Dias Gomes nasceu em 1922 e escreveu diversas obras para o teatro, literatura, cinema e televisão. Entre suas peças teatrais, a mais célebre é O pagador de promessas (1959), considerada uma das obras-primas do teatro realista moderno. Adaptada para o cinema em 1962, por Anselmo Duarte, conquistou vários prêmios internacionais, com destaque para a indicação ao Oscar de melhor filme estrangeiro e a Palma de Ouro no Festival de Cannes. Sua novela O bem-amado (1973) foi a primeira a cores do Brasil e a primeira a ser vendida para o exterior. Em 11 de abril de 1991, Dias Gomes foi eleito para a Academia Brasileira de Letras. Morreu num acidente automobilístico em 18 de maio de 1999.
Sobre o autor(a)

Gomes, Dias

Dias Gomes nasceu em Salvador em 1922. Passou a residir no Rio de Janeiro em 1935, onde trabalhou no teatro, no rádio e na televisão, obtendo grande sucesso de público e crítica, apesar da censura da ditadura militar. Foi um sagaz questionador da realidade brasileira, com um olhar lúcido e crítico para as desigualdades e os absurdos de uma sociedade que passava por intensas transformações. Em 1991 conquistou um merecido lugar na Academia Brasileira de Letras. Morreu oito anos depois, vítima de um acidente de carro, em São Paulo.
ISBN 9786558380917
Autor(a) Gomes, Dias (Autor)
Editora Bertrand Brasil
Idioma Português
Grade curricular Ensino Fundamental II
Edição 3
Ano de edição 2022
Páginas 168
Acabamento Brochura
Dimensões 22,50 X 15,50

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