Reivindicações Dos Direitos Da Mulher

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"Não desejo que as mulheres tenham poder sobre os homens, mas sobre sí mesmas."Com esse argumento, Mary Wollstonecraft criou as bases para a luta pela igualdade de gênero em 1792. Considerado um dos documentos fundadores do feminismo, "Reivindicação do Direitos da Mulher" é um verdadeiro eco em prol de mudanças e leitura fundamental para entender questões ainda tão presentes em nosso tempo. Reivindicação dos Direitos da Mulher foi escrito quase um século antes de ser inventada a palavra feminista. Mary Wollstonecraft defendia a educação feminina como chave de transformações positivas para toda a sociedade e faz neste livro o primeiro chamado á sociedade pela igualdade de gênero. Trata-se de um documento em resposta á Constituição Francesa de 1791, que não incluía as mulheres como cidadãs. A autora confronta afirmações de pensadores que restringiam a importância da educação para meninas a lições como se tornar uma boa esposa. Mary foi precursora em apontar que mulheres não são enfeites ou propriedades, são seres merecedores dos mesmos direitos fundamentais garantidos aos homens.
Sobre o autor(a)

Wollstonecraft, Mary

Mary Wollstonecraft foi escritora, filósofa, e defensora dos direitos da mulher, inglesa. Até finais do século XX, a vida de Wollstonecraft e suas várias relações pessoais não convencionais àquela altura, receberam mais atenção do que a sua a escrita. Hoje em dia, Wollstonecraft é considerada uma das fundadoras da filosofia feminista, sendo frequentemente citada como uma importante influência aos movimentos feministas.

Durante sua breve carreira, escreveu romances, tratados, uma obra de literatura de viagem, uma história da Revolução Francesa, um livro de conduta e um livro infantil. Wollstonecraft é mais conhecida por Uma Reivindicação pelos Direitos da Mulher (1792), na qual argumentou que as mulheres não são naturalmente inferiores aos homens, mas apenas pareciam ser porque lhes faltava educação. Ela sugeriu que tanto os homens como as mulheres deveriam ser tratados como seres racionais e imaginava uma ordem social fundada na razão.

Wollstonecraft casou-se em 1797 com o filósofo William Godwin, um dos ancestrais do movimento anarquista. Antes disso, já possuía uma filha, Fanny Imlay nascida em 1794, fruto de uma aventura amorosa anterior. A autora morreu aos 38 anos, deixando para trás vários manuscritos inacabados. Morreu 11 dias após dar à luz a sua segunda filha, Mary Shelley, que se tornaria uma escritora e autora de Frankenstein.

Após a morte de Wollstonecraft, o seu viúvo publicou uma Memória (1798) de sua vida, revelando seu estilo de vida pouco ortodoxo, que inadvertidamente afetou sua reputação pública na sociedade inglesa do século XIX. Contudo, com a emergência do movimento feminista na virada do século XX, a defesa de Wollstonecraft acerca da igualdade das mulheres perante aos homens, bem como, suas críticas à feminilidade convencional tornaram-se cada vez mais importantes, revelando a proeminência da autora nos círculos feministas.

Biografia
ISBN 9786558701248
Autor(a) Wollstonecraft, Mary (Autor)
Editora Editora Lafonte
Idioma Português
Edição 1
Ano de edição 2021
Páginas 272
Acabamento Brochura
Dimensões 20,50 X 13,50

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