JOSÉ SARAMAGO nasceu em 1922, de uma família de camponeses do Ribatejo, em Portugal. Exerceu diversas profissões — como serralheiro, desenhista, funcionário público, editor e jornalista — antes de se dedicar apenas à literatura. Prêmio Nobel de literatura de 1998, escreveu joias do romance, como O Evangelho segundo Jesus Cristo e Ensaio sobre a cegueira. Saramago faleceu em Lanzarote, nas Ilhas Canárias, em 2010. A Companhia das Letras publica a obra completa do autor no Brasil. |
Jornalista e crítico de teatro, tem atuado como redator, articulista
e editor na área cultural e de política internacional. Foi correspondente da Folha de S.Paulo em Portugal, entre 1975 e 1977.
Como crítico teatral, sua produção está concentrada nos jornais
Folha de S.Paulo, Diário do Comércio e Indústria e O Estado de
S. Paulo, nas revistas IstoÉ, Vogue e BRAVO!, e na TV Cultura.
Foi ainda roteirista e apresentador do programa de entrevistas teatrais Estúdio Brasil, transmitido pela TVA, pelo SescTV e
pelo Canal Curta.
Foi professor de dramaturgia brasileira no Conservatório Nacional de Lisboa. Geriu a Divisão de Artes Cênicas do Centro
Cultural São Paulo (CCSP). Foi coordenador de projetos especiais no Memorial da América Latina, onde realizou, em 1995, a
Jornada Victor Garcia, com depoimentos de artistas sobre o encenador argentino e uma grande exposição de suas encenações
em São Paulo e em sete países além do Brasil – essa mostra, a
seguir, esteve na Argentina, em Portugal e Espanha. Integrou o
Conselho do Teatro da Universidade de São Paulo (Tusp).
É autor dos livros Bananas ao vento: meia década de cultura e política em São Paulo (Editora Senac, 2006) e O teatro de Victor
Garcia: a vida sempre em jogo (Edições Sesc, 2012). Suas críticas
haviam sido reunidas anteriormente em dois volumes da Cole-
ção Aplauso, da Imprensa Oficial |
Danilo Santos de Miranda é diretor do Sesc São Paulo. |
Pedro Nava nasceu em Juiz de Fora (MG) em 1903. Formou-se em medicina e foi médico reumatologista, poeta bissexto e memorialista. Sua obra recebeu diversos prêmios. Suicidou-se em 13 de maio de 1984. |
Maria Velho da Costa, um dos nomes mais reconhecidos da literatura portuguesa, foi presidente da Associação Portuguesa de Escritores. |
Fernanda Montenegro é considerada por crítica e público brasileiro como uma das maiores atrizes de teatro, cinema e televisão de todos os tempos. No início de sua carreira, trabalhou em grupos de teatro amador e em radionovelas, passando a partir da década de 1950 a integrar o elenco de teledramas e peças teatrais ao lado de atores como Sergio Britto, Cacilda Becker, Nathalia Timberg, Cláudio Correa e Castro e Ítalo Rossi. A partir de 1964, passou a atuar também no cinema e, apesar das inúmeras participações em TV, o teatro nunca deixou de ser sua prioridade. Recebeu prêmios internacionais importantes, como o Leão de Ouro no Festival de Cinema de Veneza, o Urso de Prata no Festival de Cinema de Berlim, o prêmio de melhor atriz da Associação Norte-Americana de Críticos de Cinema e indicação ao Oscar de melhor atriz por sua atuação no filme Central do Brasil, de Walter Salles, em 1998. |
Pesquisadora e historiadora do teatro brasileiro. Formou-
-se em dramaturgia e crítica pela EAD/USP. Entre 1975 e
1997, foi pesquisadora do Idart, órgão de pesquisa ligado
à Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Entre suas
principais publicações estão: O teatro operário na cidade
de São Paulo: teatro anarquista (com Mariangela Alves de
Lima, 1980); Uma atriz: Cacilda Becker (com Nanci Fernandes,
1983); Giramundo: o percurso de uma atriz – Myrian
Muniz (1998); Cem anos de teatro em São Paulo (com Sábato
Magaldi, 2000). |
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