Tempo Solto

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Impressiona em Amálio Pinheiro o saber lidar com o verso, a medida, ritmo e sonoridade. Dá-se a condução perfeita do insuspeitado metro, que regula o discurso, mesmo para depois soltar-se. É aí que se complementam em exercício poético “a textura de uma folha e a trama de uma palha”.O aparecimento deste livro nos redime, fazendo crer que se trata de uma conquista do poeta, que nos vem libertar das repetições cansativas ou da pressa de dizer… [Jerusa Pires Ferreira]
Sobre os autores(as)

Ferreira, Jerusa Pires

Jerusa Pires Ferreira nasceu em Feira de Santana, na Bahia, em 1938, e iniciou sua formação acadêmica em Salvador. Ela se mudou para São Paulo nos anos 1970 e concluiu o doutorado em ciências sociais na USP em 1980. Conferencista frequentemente convidada para diversas instituições de pesquisa no Brasil e no exterior, especialmente nas universidades de Limoges, na França, e a Autônoma de Barcelona. Foi autora de inúmeros artigos além de professora de pós-graduação em comunicação e semiótica da PUC-SP. Pela Ateliê Editorial publicou: Armadilhas da Memória e Outros Ensaios, Cultura das Bordas – Edição. Comunicação. Leitura, Matrizes Impressas do Oral – Conto Russo no Sertão e Livros, Editora & Projetos (et alii) e Leituras Imediatas (obra póstuma). Autora de inúmeros livros e artigos sobre cultura popular e literatura, um de seus trabalhos mais célebres é Cavalaria em Cordel: O Passo das Águas Mortas, de 1979, relançado pela Edusp em 2017. O livro faz um panorama histórico da literatura de cordel e a relaciona com as histórias de cavalaria do período medieval. Entre outros campos de pesquisa, destacam-se ainda a cultura, oralidade, memória e as relações entre literatura, comunicação e artes. Ela também era tradutora e principal divulgadora dos trabalhos de Paul Zumthor e de Henri Meschonnic no Brasil. Ela foi casada com o tradutor Boris Schnaiderman, que morreu em 2016 aos 99 anos. Jerusa faleceu em 21 de abril de 2019.

Pinheiro, Amálio

Amálio Pinheiro é poeta, tradutor e professor no Pós-graduação em Comunicação e Semiótica da PUCSP. Coordena o Grupo de Pesquisa “Barroco e Mestiçagem”, onde se investigam as relações entre as áreas de literatura, comunicação e cultura na América Latina, ao mesmo tempo em que se experimentam modos de conhecimento não dualistas para o continente. Tem produzido ensaios e traduções comentadas de autores da Espanha, da América Latina e do Caribe. Desenvolve pesquisas sobre as relações entre a memória cultural, as artes e as ciências não clássicas, com ênfase nas conexões e ramificações entre voz, poema, corpo, séries culturais e paisagem urbana, que se desdobram aquém das dicotomias entre sociedade e natureza. Publicou, entre outros, “César Vallejo: o abalo corpográfico”, “César Vallejo a dedo” (tradução) "Aquém da identidade e da oposição. Formas na cultura mestiça", "Nicolás Guillén: Motivos de son", e “Rafael Alberti: Sobre os anjos” (tradução), “América Latina: barroco, cidade, jornal”, “Tempo Solto” (poemas).
ISBN 9788574806372
Autores Pinheiro, Amálio (Autor) ; Ferreira, Jerusa Pires (Prefácio)
Editora Ateliê Editorial
Idioma Português
Edição 1
Ano de edição 2013
Páginas 96
Acabamento Capa Dura
Dimensões 21,00 X 14,00

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